Mais de quinze centenas de cidadãos - bolseiros da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), docentes universitários e outros – subscreveram, em menos de 36 horas, a carta aberta “Sem Ciência Não Há Futuro” (http://www.peticaopublica.com/?pi=CienFut), dirigida ao Ministro da Educação e Ciência (MEC), Nuno Crato. A carta, que foi promovida pela Comissão de Bolseiros da FCUL, Núcleo de Bolseiros de Aveiro, Precários Inflexíveis e a Associação de Bolseiros de Investigação e Ciência (ABIC), dá conta da situação de atrasos no pagamento de vencimentos, renovação de contratos de bolsas e no reembolso das prestações de Seguro Social Voluntário dos bolseiros da FCT. Os signatários apelam à adoção urgente de medidas que resolvam estes problemas e também à implementação de uma política de incentivos conducente à criação de um mercado de trabalho que absorva a mão-de-obra altamente qualificada e o seu saber, transformando o investimento já feito em formação e investigação científica e tecnológica numa saída para a crise económica e social. Os promotores da Carta Aberta divulgam aqui a sua resposta às citações publicadas no jornal Público (a 24 de Maio de 2012) e atribuídas ao gabinete do MEC.
Segunda-feira, 28 de Maio de 2012
Trabalhadores burlados por empresas sem escrúpulos
Reportagem da SIC com declarações do movimento Precários Inflexíveis sobre trabalhadores/as burlados por patrões sem escrúpulos.
Via Aventar.
Domingo, 27 de Maio de 2012
Axes Market no Governo Sombra (TSF)
Esta semana, no programa Governo Sombra da TSF, Ricardo Araújo Pereira referiu-se ao caso Axes Market, em que o Tribunal decidiu em favor da empresa pela suspensão de dezenas de comentários no blogue dos Precários Inflexíveis que denunciam situações de funcionamento irregular de empresas, mostrando o ridículo de a Justiça portuguesa fazer isto sem averiguar antes se existe algum fundo de verdade em todas estas denúncias.
Sábado, 26 de Maio de 2012
A luta estudantil no Canada contra o aumento das propinas
Há mais de 100 dias que está em curso uma greve às aulas por parte dos estudantes universitários contra a decisão do Governo de aumentar as propinas em cerca de 80%.
Ao longo destes quase 3 meses de braço de ferro entre o Governo liberal e os estudantes, já se realizaram dezenas de manifestações com milhares de pessoas configurando aquilo que alguns já chamaram a Primavera do Plátano.
O Governo respondeu às manifestações dos estudantes com enorme repressão e aprovou uma lei que proíbe qualquer reunião ou manifestação a menos de 50 metros das escolas. Esta lei foi muito criticada pelos estudantes e na última quarta-feira foi convocada uma enorme manifestação.
Ao longo destes quase 3 meses de braço de ferro entre o Governo liberal e os estudantes, já se realizaram dezenas de manifestações com milhares de pessoas configurando aquilo que alguns já chamaram a Primavera do Plátano.
O Governo respondeu às manifestações dos estudantes com enorme repressão e aprovou uma lei que proíbe qualquer reunião ou manifestação a menos de 50 metros das escolas. Esta lei foi muito criticada pelos estudantes e na última quarta-feira foi convocada uma enorme manifestação.
FLASHMOB NO CENTRO DE EMPREGO DO CONDE REDONDO pelo pleno emprego e contra a criminalização dos desempregados.
No âmbito de uma acção de contacto com desempregados uma activista foi identificada pela PSP com o argumento de que aquela acção seria uma manifestação e de que todas as manifestações têm de ser comunicadas à Câmara Municipal. A porta voz da PSP foi peremptória: "duas pessoas já é uma manifestação". Mais tarde soube-se que o cúmulo tinha sido atingido e que a pessoa tinha sido constituída arguida "por crime de desobediência".
Por tudo isto, esta segunda-feira (28 de Maio - 86 anos depois da instituição do Estado Novo) das 15h-18h está a ser convocada uma flash mob para o centro de emprego do Conde Redondo (Lisboa), pelo pleno emprego e contra a criminalização dos/as desempregados/as (sabe mais aqui).
Sexta-feira, 25 de Maio de 2012
CARTA ABERTA: SEM CIÊNCIA NÃO HÁ FUTURO
Lisboa, 25 Maio 2012
CARTA ABERTA: SEM CIÊNCIA NÃO HÁ FUTURO
Mais de uma centena de cidadãos - bolseiros da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), docentes universitários e outros - divulgaram hoje (25 de Maio) uma carta aberta ao Ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato dando conta da situação de atrasos no pagamento de vencimentos, renovação de contratos de bolsas e no reembolso das prestações de Seguro Social Voluntário dos bolseiros da FCT. Os signatários apelam à adoção urgente de medidas que resolvam estes problemas e também à implementação de uma política de incentivos conducente à criação de um mercado de trabalho que absorva a mão-de-obra altamente qualificada e o seu saber. Entre os promotores da carta encontram-se a Comissão de Bolseiros da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, a Associação de Bolseiros de Investigação e Ciência (ABIC), o Núcleo de Bolseiros da Universidade de Aveiro e os Precários Inflexíveis (PI).
CARTA ABERTA: SEM CIÊNCIA NÃO HÁ FUTURO
Mais de uma centena de cidadãos - bolseiros da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), docentes universitários e outros - divulgaram hoje (25 de Maio) uma carta aberta ao Ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato dando conta da situação de atrasos no pagamento de vencimentos, renovação de contratos de bolsas e no reembolso das prestações de Seguro Social Voluntário dos bolseiros da FCT. Os signatários apelam à adoção urgente de medidas que resolvam estes problemas e também à implementação de uma política de incentivos conducente à criação de um mercado de trabalho que absorva a mão-de-obra altamente qualificada e o seu saber. Entre os promotores da carta encontram-se a Comissão de Bolseiros da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, a Associação de Bolseiros de Investigação e Ciência (ABIC), o Núcleo de Bolseiros da Universidade de Aveiro e os Precários Inflexíveis (PI).
Assina a CARTA ABERTA aqui e vê evento facebook aqui.
CARTA ABERTA AO MINISTRO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA,
PROFESSOR DOUTOR NUNO CRATO
Exmo. Senhor Ministro da Educação e Ciência,
Portugal atravessa a maior crise económica e social desde a conquista da democracia. Esta crise traduz-se em níveis preocupantes de desemprego e da precariedade laboral, no aumento do preço de todos os bens e serviços essenciais às famílias e numa redução brutal, e sem precedentes, dos apoios sociais aos mais desfavorecidos.
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