Na noite de 6a feira foi lançado o livro do FERVE em Lisboa. Na iniciativa mais importante da noite de Lisboa na passada 6a feira, o FERVE conseguiu mais uma vez juntar vontades à volta do debate também mais importante para a sociedade Portuguesa no momento: a Precariedade.
Carvalho da Silva, Secretário Geral da CGTP, São José Almeida, Jornalista, Tiago Gillot, dos Precários Inflexíveis, e Cristina Andrade, pelos organizadores FERVE, iniciaram a análise poltítica e social sobre o mundo do trabalho onde a precariedade toma forma e se generaliza.

As consequências da precariedade a todos os níveis da sociedade onde vivemos, as formas de organização dos trabalhadores, o papel dos movimentos informais na influência dos diversos actores sociais ou a relação que se quer cada vez mais forte entre sindicatos e movimentos foram alguns dos vectores analisados.
Deste encontro que vem sendo cada vez mais presente, entre a maior central sindical nacional - CGTP - e os movimentos de trabalhadores precários, nascem com mais força algumas ideias para que nos próximos anos a intervenção sindical e os movimentos façam a luta organizada contra a precariedade no trabalho e na vida e contra todos aqueles que defenderem este modelo de exploração e de ausência de regras nas relações desiguais entre trabalhadores e patrões.
A apresentação que se transformou num aceso debate entre algumas dezenas de pessoas, prolongou-se até depois da 1h da manhã na Casa do Brasil, a quem agradecemos mais uma vez a disponibilidade.
Carvalho da Silva, Secretário Geral da CGTP, São José Almeida, Jornalista, Tiago Gillot, dos Precários Inflexíveis, e Cristina Andrade, pelos organizadores FERVE, iniciaram a análise poltítica e social sobre o mundo do trabalho onde a precariedade toma forma e se generaliza.

As consequências da precariedade a todos os níveis da sociedade onde vivemos, as formas de organização dos trabalhadores, o papel dos movimentos informais na influência dos diversos actores sociais ou a relação que se quer cada vez mais forte entre sindicatos e movimentos foram alguns dos vectores analisados.
Deste encontro que vem sendo cada vez mais presente, entre a maior central sindical nacional - CGTP - e os movimentos de trabalhadores precários, nascem com mais força algumas ideias para que nos próximos anos a intervenção sindical e os movimentos façam a luta organizada contra a precariedade no trabalho e na vida e contra todos aqueles que defenderem este modelo de exploração e de ausência de regras nas relações desiguais entre trabalhadores e patrões.
A apresentação que se transformou num aceso debate entre algumas dezenas de pessoas, prolongou-se até depois da 1h da manhã na Casa do Brasil, a quem agradecemos mais uma vez a disponibilidade.
Para quem ainda não o tem, só falta mesmo dizer que vale a pena ler este livro e encontrar nele a força destes dois anos, que antecipa os que vêm pela frente e precisa de toda a gente para um combate mais capaz. Quem não o encontrar nas bancas, pode sempre pedir mais informações ao FERVE ou aos Precários Inflexíveis.













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