
A ministra do Trabalho Helena André vai estar na antena da TSF ao final da tarde para uma entrevista mas já respondeu esta manhã a três perguntas, duas vindas dos patrões pela voz de Rocha de Matos (presidente da AIP - Associação das Indústrias Portuguesas) e de Francisco van Zeller (presidente da CIP - Confederação das Indústrias Portuguesas) e outra dos sindicatos feita por João Proença, da UGT.
A ministra não exclui que no futuro a legislação laboral venha a incluir algumas regras da flexisegurança, uma estratégia aplicada nos países nórdicos, que permite por exemplo uma menor rigidez nos horários de trabalho.
Esta é a resposta ao presidente da AIP que quis saber se a nova ministra considera que a actual legislação laboral aumenta a competitividade da economia portuguesa. Quis também saber se a flexisegurança, com as devidas adaptações, poderá fazer parte do mundo empresarial português.
Compreende-se que existem muitas expectativas perante este novo governo e esta nova ministra do Trabalho por parte dos patrões que querem trabalhadores mais flexíveis.
Os/as trabalhadores/as também têm expectativas e sabem que a segurança do seu posto de trabalho, da garantia de direitos e de condições de trabalho, já foi posta em causa com o Código de Trabalho aprovado na legislatura anterior. Esperamos por um combate sério e consequente à precariedade, não esperamos a flexisegurança.
O detalhe destas perguntas e respostas da entrevista a Helena André pela TSF, encontra-se aqui. Às 19h será emitida a entrevista completa.
A ministra não exclui que no futuro a legislação laboral venha a incluir algumas regras da flexisegurança, uma estratégia aplicada nos países nórdicos, que permite por exemplo uma menor rigidez nos horários de trabalho.
Esta é a resposta ao presidente da AIP que quis saber se a nova ministra considera que a actual legislação laboral aumenta a competitividade da economia portuguesa. Quis também saber se a flexisegurança, com as devidas adaptações, poderá fazer parte do mundo empresarial português.
Compreende-se que existem muitas expectativas perante este novo governo e esta nova ministra do Trabalho por parte dos patrões que querem trabalhadores mais flexíveis.
Os/as trabalhadores/as também têm expectativas e sabem que a segurança do seu posto de trabalho, da garantia de direitos e de condições de trabalho, já foi posta em causa com o Código de Trabalho aprovado na legislatura anterior. Esperamos por um combate sério e consequente à precariedade, não esperamos a flexisegurança.
O detalhe destas perguntas e respostas da entrevista a Helena André pela TSF, encontra-se aqui. Às 19h será emitida a entrevista completa.













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