
Depois dum primeiro plenário na semana passada, uma nova reunião juntou ontem professores das Actividades de Enriquecimento Curricular (ACEs) e activistas, nas instalações do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL), novamente convocado pelo sindicato, em conjunto com os Precários Inflexíveis, o Movimento Escola Pública e todos os profissionais que se juntaram na assembleia anterior.
O encontro de ontem renovou a decisão de levar a cabo uma intervenção sobre esta situação, contactando os muitos professores das AECs da Grande Lisboa e mobilizando para o esclarecimento, a troca de experiências, apoio e acção concreta que possam inverter o ciclo de precariedade e injustiças de que são alvo estes profissionais.
Decidiu-se criar formas de comunicação públicas e desenvolver acções de mobilização nas escolas, apontando para um momento de acção concreta. Muito em breve, serão divulgados mais pormenores e novidades.
Os Precários Inflexíveis só podem estar satisfeitos com mais esta experiência de mobilização dos professores das AECs. No Porto a luta destes profissionais continua - e agora também na Grande Lisboa se desenha uma intervenção para enfrentar a precariedade e exigir direitos para estes trabalhadores, com a sua voz em defesa dos direitos laborais e da qualidade da Escola Pública.
O encontro de ontem renovou a decisão de levar a cabo uma intervenção sobre esta situação, contactando os muitos professores das AECs da Grande Lisboa e mobilizando para o esclarecimento, a troca de experiências, apoio e acção concreta que possam inverter o ciclo de precariedade e injustiças de que são alvo estes profissionais.
Decidiu-se criar formas de comunicação públicas e desenvolver acções de mobilização nas escolas, apontando para um momento de acção concreta. Muito em breve, serão divulgados mais pormenores e novidades.
Os Precários Inflexíveis só podem estar satisfeitos com mais esta experiência de mobilização dos professores das AECs. No Porto a luta destes profissionais continua - e agora também na Grande Lisboa se desenha uma intervenção para enfrentar a precariedade e exigir direitos para estes trabalhadores, com a sua voz em defesa dos direitos laborais e da qualidade da Escola Pública.












1 comentários:
Que sejam considerados todos professores. Que os horários inclueam as actividades como Curriculares. Seja desporto, manualidades, pintura, música... Que o governo deixe de ser o pior patrão da sociedade portuguesa. Se tivesse de pagar a deslocação dos professores ou de lhes disponibilizar um carro (como qualquer empresa de distribuição de revistas, por exemplo!) depressa acabaria com esta palhaçada e integraria estas actividades no curriculo. Afinal, as crianças ficam na escola para aturar tudo isto e ficam... que mais dá? Todos para o quadro... JÁ!
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