Sábado, 27 de Fevereiro de 2010
IEFP continua a incentivar ofertas ilegais de emprego
Sexta-feira, 26 de Fevereiro de 2010
800 mil trabalhadores do sector público com ordenados congelados
1ª Assembleia do MayDay Lisboa 2010 discutiu situação e objectivos
Trabalhadores do Casino Estoril avançam com providência cautelar para tentar impedir despedimentos
Administração da Estoril Sol planeia despedimentos para manter fortuna colossal de Stanley Ho
Vamos exigir as condições justas para os trabalhadores recepcionistas de Serralves
Bolseiros crónicos
Saiu ontem esta notícia no Diário de Notícias a dizer que a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) nunca gastou tanto dinheiro em bolsas (de investigação, de mestrado e de doutoramento) como agora. São 10.310 bolseiros da FCT em Portugal. Muitos mais estão com bolsas de investigação associados a projectos de outras entidades.
Nenhum deles tem direitos sociais como subsídio de desemprego, férias ou 13º mês. As bolsas não são sequer ajustadas à inflação desde 2002. É o desprezo total pelo trabalho científico, por quem opta pela vida académica, pelo investimento em ciência que sai dos impostos de todas e todos.
Afinal, de que nos serve ter 1000, 10 mil, 1 milhão de bolseiros, se isto representa trabalho científico feito nas piores condições? Se os projectos não têm dinheiro, se os bolseiros não têm dinheiro, se as faculdades não têm dinheiro, para quem interessa brincarmos aos números enquanto a ciência em Portugal definha?
O que diz João Sentieiro, presidente da FCT a isto? Diz que assim se contribui para o desenvolvimento da "investigação científica tal como é entendido internacionalmente". Mas isso não é verdade. Se no resto do mundo a precariedade fosse tão vincada como aqui, o êxodo científico não seria a realidade que é hoje.
O futuro é cada vez mais claro e vai esmagar-nos. As faculdades afinal não servem para ensinar, mas sim para lucrar com as propinas dos clientes, perdão, alunos. A ciência a sério é para quem tem pais ricos, ou para meia dúzia de privilegiados. O resto, depois de ter uma formaçãozinha académica, está pronto para fazer tudo por nada.
É esta a realidade em 2010. A precariedade veste-se de várias formas. Para uns veste-se de recibos verdes, para outros de "estágios profissionalizantes", para outros de bolsas de investigação. É assim que nos encontra as fraquezas e abre espaços. Mas não é assim que nos ganha.
Hugo Evangelista
Quinta-feira, 25 de Fevereiro de 2010
Hoje, 1ª assembleia MayDay Lisboa 2010
Enfermeiros precários em greve!

Número de bolsas cresce, a precariedade mantém-se

O que este número chorudo esconde é toda a precariedade e falta de investimento sério da FCT e consequentemente deste governo, (não) tem feito nos últimos 10 anos.
Mais uma vez a FCT apresenta a bandeira do investimento querendo encobrir a precariedade latente destas funções.
O facto de a investigação ser muitas vezes a única saída profissional de muitos licenciados coloca os bolseiros numa situação extremamente frágil quando da reenvidicação dos seus direitos. Esta situação torna urgente a criação de emprego científico com contratos, direitos e deveres, deixando o mote para que a atribuição de bolsas seja feita a quem tenta obter um grau académico (mestrados, doutoramentos, etc) e que sejam actualizadas proporcionalmente ao aumento da inflação.
Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2010
Faro: Assembleia Municipal quer acabar com os contratos precários na autarquia
Não poderíamos deixar de saudar o sinal dado por esta assembleia municipal, embora aguardemos com expectativa a acção do executivo, uma vez que Faro foi uma câmaras sinalizadas na nossa campanha Autarquia sem Precários.
Na altura, recebemos um testemunho dizendo que a Câmara Municipal de Faro "não renovou o contrato a auxiliares de educação, "prometendo-lhes" que o faria depois das eleições".
Contactámos o presidente da Câmara em funções e não obtivémos resposta...
O que queríamos com a iniciativa Autarquia sem Precários, para além de desenhar um retrato visível do recurso à precariedade que todos sabemos que existe no âmbito das autarquias, era conseguir o compromisso político do poder local contra o trabalho precário ou pressionar para que viesse a existir!
Também em Palmela, autarquia sinalizada com uma denúncia que apontava para várias situações de falsos recibos verdes nas piscinas da "Palmela Desporto", foi aprovada recentemente, na assembleia municipal, uma moção com o objectivo de se fazer um levantamento e integrar posteriormente "todos os trabalhadores precários nos quadros das autarquias".
Qual é a autarquia que se segue?
A injustiça continua na Câmara de Lisboa
Opinião :: Na Grécia ensaia-se a proposta dos governos para um novo equilíbrio social
Claro que não. São os responsáveis pela crise financeira e social que nos propõem a inevitabilidade das dificuldades, fundando o núcleo do seu discurso na responsabilidade da maioria das pessoas no germinar da crise. Dizem que vivemos acima das possibilidades. Quem vive acima do necessário? Os precários? Os milhões de pobres? Os pensionistas que ganham menos de 300 euros? Os jovens que pedem empréstimos para estudar e têm de deixar os estudos para trabalhar e pagar os empréstimos?
Terça-feira, 23 de Fevereiro de 2010
Petição "Recibos Verdes: Antes da Dívida Temos Direitos!" já foi entregue

Segunda-feira, 22 de Fevereiro de 2010
Mais de 12 mil assinaturas em defesa da Segurança Social e pelos direitos dos trabalhadores a Recibos Verdes
A crise e os horários de trabalho
500 pessoas contra o desemprego e a precariedade, em Faro
Sexta-feira, 19 de Fevereiro de 2010
MayDay 2010
Vamos dar voz aos/às precários/as e dizer NÃO à exploração!
Resposta da Fundação Serralves aos falsos recibos verdes
"Caro Amigo de SerralvesOs serviços de Recepção da Fundação de Serralves são assegurados por uma equipa variável de colaboradores, mediante uma regular e legítima prestação de serviços.
No entanto, e por forma a promover o empreendedorismo, potenciando e alavancando financeiramente as capacidades e competências dos membros daquela equipa, reforçando a sua capacidade de geração de proveitos, os mesmos foram abordados no sentido de saber se teriam vontade de avançar com a constituição de uma empresa para prestação de serviços desta natureza.Com este processo Serralves procura obter serviços com mais qualidade, maior eficiência e profissionalismo e desta forma contribuir para melhor acolher todos quantos nos visitam.
Não nos parece que a nossa actuação seja passível de crítica."
Relembramos que os trabalhadores e as trabalhadoras em questão se encontram a exercer funções de recepcionista, função esta que jamais poderá ser exercida por verdadeiros trabalhadores autónomos (porque requer um local de trabalho definido, um horário definido, já para não falar da hierarquia obviamente associada a estas funções).
Petição "Antes da Dívida Temos Direitos!" será entregue no parlamento na próxima 2ª feira!
Acção de professores contratados e desempregados exige fim da precariedade docente
Precariedade em Barcelos através do IEFP
Quinta-feira, 18 de Fevereiro de 2010
O desemprego cresce, o discurso é o mesmo
Quarta-feira, 17 de Fevereiro de 2010
Professores das AECs vão entregar carta à Ministra da Educação
Falsos recibos verdes e chantagem em Serralves
Professores contratados e desempregados em protesto amanhã
Segunda-feira, 15 de Fevereiro de 2010
A partir de hoje, o Estado patrocina 84% da subida do ordenado mínimo
Precariedade é um problema tão grave como o desemprego diz a OIT
Domingo, 14 de Fevereiro de 2010
Despedimentos do Rivoli considerados ilegais
Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010
O discurso e as promessas não escondem a realidade
Professores das AEC's preparam protesto para 11 de Março
Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2010
Pagar para provar que procuram emprego: desespero no Vale do Cávado
Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2010
Debate do Orçamento de Estado para 2010
Governo quer aumentar recuperação de dívidas à Segurança Social
Terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010
Frente Comum da Função Pública anuncia greve para dia 4 de Março
Portugal e Grécia: Funcionários públicos pagam a crise
Segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010
Operários da Oliva fazem frente à ameaça de despedimento e exigem os seus direitos
OCDE - Portugal no top5 do desemprego
Festa de encerramento da petição "Antes da Dívida temos Direitos!"
@s Precários Inflexíveis estiveram Sábado à noite no Porto, para festejar o fim "oficial" da petição "Antes da Dívida Temos Direitos!". Juntámo-nos aos amigos e amigas do APRE!, Plataforma dos/as Intermitentes do Espectáculo e FERVE para sublinhar mais uma vez a importância fundamental da justiça nas contribuições para a Segurança Social e do fim dos falsos recibos verdes.
Importa-se de repetir?
Sempre gostaria de ver - e ouvir! - a senhora ministra ter o desplante de "apregoar" este chorrilho de nonsense na imprensa propriamente dita (se é que tal coisa ainda existe) e não apenas nos instrumentos autopropagandísticos do governo que se diz socialista... e, já agora, pergunto-me se a senhora ministra terá algum argumento concreto para defender as suas afirmações ou se não lhe passou pela cabeça que outros, para além dos seus "correligionários", poderiam lembrar-se de a confrontar com a sua triste e estéril demagogia...
Myriam Zaluar
Sábado, 6 de Fevereiro de 2010
ExpressoEmprego publica ofertas ilegais
Só esta semana aparecem pelo menos 4 ofertas para o género feminino - é ilegal publicar ofertas de emprego definindo um género. Esta semana a empresa Cellulem Block e um Escritório de advocacia em Loulé procuram Estagiárias, Supervisoras ou Recepcionistas, deixando bem explícito que procuram mulheres para estas funções.
A vergonha é o Jornal Expresso ser cúmplice na ilegalidade destas ofertas.
Sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010
Festa de encerramento da petição "ANTES DA DÍVIDA TEMOS DIREITOS"
ONDE: Labirintho (Rua Nossa Senhora de Fátima, 334. Porto)
QUANDO: Sábado, 6 de Fevereiro
HORÁRIO: início às 21h30
ACTUAÇÕES: Heidi M + D. Chica; Igor Gandra
Precários/as Inflexíveis, APRE!, Plataforma dos/as Intermitentes do Espectáculo e FERVE juntaram-se para o lançamento da petição "Antes dívida temos direitos". Esta petição, pugnando pela justiça nas contribuições para a Segurança Social e pelo fim dos falsos recibos verdes, foi lançada no dia 20 de Novembro, em Lisboa. Nesta festa, foram apresentados dois vídeos de divulgação da petição, que podem ser vistos
Em pouco mais de dois meses, contactámos milhares de pessoas, juntámos mais de 10 mil assinaturas (online e em papel), entregámos um presente de Natal à Ministra do Trabalho e congregámos em vídeo apoios à nossa petição de Carvalho da Silva, Sandra Barata Belo, Diana Andringa, Chullage e Miguel Guilherme.
Agora, vamos encerrar a recolha de assinaturas no Porto, numa festa onde haverá música, convívio e debate acerca das próximas etapas desta petição.
No dia 6 de Fevereiro, no Labirintho, CONTAMOS CONTIGO!! E traz um/a amigo/a também!
Manif dos funcionários públicos mas "Governo não cede"
Quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010
Opinião :: De pequenino è que se torce o pepino...ou a precariedade
No país dos governos e do capital, que pisam e esmagam esta geração, retirando-nos opções e por isso vida, fazendo-nos aceitar o inaceitável, saíram 30 mil estudantes do ensino básico e secundário à rua...
No momento em que uma classe de poder, vivendo a um nível que não se cruza com o resto da população, liga uma máquina do tempo para regredimos até aos tempos em que os homens e mulheres eram vendidos sem saberem para onde iam ser explorados... como hoje quando vamos ser entrevistados, mostrar os dentes e um sorriso amarelo sem saber a quem vamos ser vendidos... saíram 30 mil jovens à rua.
30 mil estiveram na rua a lutar pelos seus direitos, apesar do garrote à liberdade, que sucessivamente tem roubado conquistas que muitas vidas custaram. Hoje a polícia foi enviada para intimidar e perseguir os estudantes, bem jovens na sua maioria.
Mas eles aguentaram-se... 30 mil na rua... é assim mesmo... Força!
CGTP diz que falsos recibos verdes podem contribuir como assalariados

Já em 1988, quando foi criado o IRS, se estava a espalhar em Portugal o fenómeno ilegal e, aliás como agora, até no Parlamento ou no Estado. Este Despacho Normativo então e ainda em vigor permitiu que "os trabalhadores cuja actividade seja exercida com efectiva subordinação a outra entidade, qualquer que seja de facto a forma pela qual seja remunerados" e ainda que assuma "carácter eventual" ou "forma aparente de contrato de prestação de serviços, são abrangidos pelo regime geral dos trabalhadores por conta de outrém".
Segundo a notícia do Público, esta regra deixou de ser aplicada pouco depois sem nunca ter sido revogada, nem mesmo pelo Código Contributivo, que está entretanto suspenso, e que apenas previa apenas que os patrões teriam de pagar 5% da Segurança Social, tornando os falsos recibos verdes ligeiramente mais caros mas ainda muito apeteciveis.
Os Precários Inflexíveis juntam-se à CGTP na denúncia desta lei que não está a ser aplicada. Defendemos, como sempre a justiça nas contribuições e a defesa da Segurança Social universal e efectiva, bem como a regularização imediata das situações de falsos recibos verdes, no Estado ou não, com o consequente reconhecimento do contrato de trabalho devido.
Todos de acordo: é preciso resolver o problema das AEC's
No DN de hoje, professores das Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC's) têm o apoio do SPGL, do Movimento Escola Pública e da Comissão de Educação de Educação da Associação Nacional de Municípios.
O Ministério da Educação criou entretanto um grupo de trabalho para fazer o levantamento da situação. (Muito trabalho terão pela frente!)
Segue-se a notícia:
Susana dá Inglês a alunos do primeiro e quarto anos do primeiro ciclo. Mas para dar estas actividades de enriquecimento curricular (AEC), a professora nunca assinou um contrato de trabalho normal. Foi contratada por uma empresa de trabalho temporário, numa garagem, e está a recibos verdes. A situação, denuncia ao DN, "é mais do que precária". E é semelhante à de muitos outros milhares de professores da AEC, acrescenta.
A situação laboral dos docentes que orientam as actividades extra- curriculares dos alunos do primeiro ciclo é "caótica", denuncia Albertina Pena, do Sindicato de Professores da Grande Lisboa (SPGL). Por isso, os docentes estão a organizar-se e a preparar uma acção de protesto para o início de Março.
A sindicalista considera que o Governo lançou o programa da escola a tempo inteiro - criando, por exemplo, o inglês desde o primeiro ano, e delegando nas câmaras a competência de contratar os docentes -, mas "depois demitiu-se completamente desta responsabilidade". Por isso, acrescenta, os casos são variados e a "arbitrariedade impera". Há pessoas com salários em atraso, outras a recibos verdes, ou que têm de comprar com o seu dinheiro o material para dar as aulas, garante. "Muitas vezes, os contratados são os que trabalham por menos dinheiro."
Uns são reformados, outros professores que não arranjaram horário numa escola, ou ainda técnicos sem qualificações superiores que orientam actividades como a música ou a expressão dramática. São contratados pelas autarquias, instituições particulares de solidariedade social, empresas ou associações de pais.
"Há problemas ao nível da qualidade e da exigência deste trabalho", acrescenta Miguel Reis, do Movimento Escola Pública, que tem denunciado exemplos graves de precariedade, como alguns contratos assinados por empresas de "vão de escada".
"A ideia deste programa do Governo até tem contornos positivos. A verdade é que algumas das AEC deviam fazer parte do currículo", defende Miguel Reis, ou seja, passar a integrar as aulas normais. Como, por exemplo, o inglês, que foi a grande aposta do primeiro Governo de José Sócrates.
António José Ganhão, presidente da Comissão de Educação da Associação Nacional de Municípios Portugueses, diz que a maioria destes docentes não está a ser contratada por concurso, como seria desejável, mas através de parcerias que as autarquias fazem com outras entidades. E defende que é preciso criar estabilidade entre estas pessoas que continuam a ser "consideradas professores de segunda, que quando podem vão à procura duma oportunidade melhor". Por exemplo, se surge uma vaga para dar aulas numa escola.
Desde o início que a Associação de Municípios defende a "curricularização" das actividades de enriquecimento curricular, nomeadamente do inglês. "Não faz sentido fazer do inglês uma prioridade e não se curricularizar", disse ao DN.
Festa de encerramento da petição "Antes da Dívida Temos Direitos" :: próximo sábado, dia 6, no Porto
ONDE: Labirintho (Rua Nossa Senhora de Fátima, 334. Porto)
HORÁRIO: início às 21h30
ACTUAÇÕES: Heidi M + D. Chica; Igor Gandra
Precários/as Inflexíveis, APRE!, Plataforma dos/as Intermitentes do Espectáculo e FERVE juntaram-se para o lançamento da petição "Antes dívida temos direitos". Esta petição, pugnando pela justiça nas contribuições para a Segurança Social e pelo fim dos falsos recibos verdes, foi lançada no dia 20 de Novembro, em Lisboa. Nesta festa, foram apresentados dois vídeos de divulgação da petição, que podem ser vistos aqui e aqui.
Em pouco mais de dois meses, contactámos milhares de pessoas, juntámos mais de 10 mil assinaturas (online e em papel), entregámos um presente de Natal à Ministra do Trabalho e congregámos em vídeo apoios à nossa petição de Carvalho da Silva, Sandra Barata Belo, Diana Andringa, Chullage e Miguel Guilherme.
Agora, vamos encerrar a recolha de assinaturas no Porto, numa festa onde haverá música, convívio e debate acerca das próximas etapas desta petição.
No dia 6 de Fevereiro, no Labirintho, CONTAMOS CONTIGO!! E traz um/a amigo/a também!
Quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010
Professores das AEC's da Grande Lisboa organizam-se

Para iniciar a organização destes professores foi ontem criado um blog que irá ter informações, denúncias, sugestões e críticas sobre as AEC's: http://aecsdagrandelisboa.blogspot.com
Apelamos a que todos os professores escrevam o seu testemunho (se necessário não assinado) para que a verdadeira situação deste programa do Governo possa ser mostrado às claras.
Se te quiseres inscrever na mailinglist dos professores das AEC's da Grande Lisboa envia um mail para: aecsdagrandelisboa@gmail.com
Os Precários Inflexíveis estão a apoiar a organização destes/as trabalhadores/as porque não podemos ficar quietos face às injustiças que o Ministério da Educação, as Autarquias e as Empresas que lucram com as AEC's estão a fazer com estes/as professores/as.
É uma luta que está a acordar por aqui e que precisa de todos e de todas!
Apenas 22% dos portugueses estão satisfeitos com a sua relação laboral
Diáspora maciça

Para além do altíssimo nível de desemprego em Portugal o diferencial de rendimento entre os portugueses e outros europeus também explica este fluxo de saída, que nem em alturas de crescimento económico, como nos anos 90, deixou de acontecer.
Ver notícia aqui.
Terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010
Uma "jóia" de emprego


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